As técnicas para avaliar o cenário quando a crise já está instalada.
1 - Qual é a minha imagem
A primeira resposta para a crise é olhar para si mesmo, saber quem você é, como é visto, e usar a força que existe dentro de você. – missão, visão e valores
2 - Qual é a minha crise
A segunda resposta para a crise é descobrir que tipo você não está preparado para vencer e corrigir essa fraqueza
3 - Qual é o meu comando
Definir o seu grupo de administração de crises é a terceira resposta para a crise
4 - Qual é o meu rumo
A quarta resposta para a crise é definir o rumo a seguir com base nos seus valores internos
5 - Qual é a minha face
A quinta resposta para a crise é saber expor corretamente sua face pública
6 - Qual é a minha arma
A sexta resposta para a crise é a sua arma: sua reputação, sua versão sobre os fatos
7 - Qual é o meu alvo
A sétima resposta para a crise é acertar o alvo de sua comunicação
Fonte: Mário Rosa
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Planejamento e gestão de crise 3
Neste post, me dedico a tratar dos tipos de crise, os mais comuns.
Crise de sabotagem - sabotagem, atentados, seqüestro, vandalismo, fraude
Crise de natureza econômica - boicotes, aquisições de controle acionário feitas de forma hostil, desvalorizações na cotação acionária, greves, pacotes econômicos e mudanças na economia
Crises de natureza legal - ações judiciais, pedidos de indenização ou de condenação, crises de informação, falsos rumores, boatos e intrigas, acusações sobre direito de propriedade, acusações de concorrentes, fogo amigo
Desastres industriais - contaminações, explosões, incêndios, vazamentos
Desastres naturais - tempestades, enchentes, tempestades elétricas, desmoronamentos
Crises regulatórias - regulamentação adversa de leis, na esfera do Congresso Nacional ou do Executivo nacional, criação de obstáculos fiscais/monetários por parte do governo ou do Congresso, regulamentação adversa por iniciativa de sindicatos ou concorrentes , movimentos de ONGs e entidades de defesa do consumidor
Crises de infraestrutura - colapso na rede de computadores, colapso na rede de provedores, telefones,
falhas provocada por funcionários, defeitos em produtos industriais, quebra no sistema de segurança, quebra no sistema de qualidade, falhas em equipamentos ou construções
Crises de reputação - boatos, exposição negativa do nome ou do logotipo de empresa, denúncias de corrupção, informação privilegiada, escândalos, vazamento de documentos internos
Crises de relações humanas - sucessão no comando da organização, demissão de altos funcionários, violência por parte de/contra funcionários, denúncias de funcionários, crises familiares envolvendo o comando da organização
Crises envolvendo risco para a vida - doenças, grandes contaminações, acidentes de trabalho, mortes durante o trabalho
Crise de sabotagem - sabotagem, atentados, seqüestro, vandalismo, fraude
Crise de natureza econômica - boicotes, aquisições de controle acionário feitas de forma hostil, desvalorizações na cotação acionária, greves, pacotes econômicos e mudanças na economia
Crises de natureza legal - ações judiciais, pedidos de indenização ou de condenação, crises de informação, falsos rumores, boatos e intrigas, acusações sobre direito de propriedade, acusações de concorrentes, fogo amigo
Desastres industriais - contaminações, explosões, incêndios, vazamentos
Desastres naturais - tempestades, enchentes, tempestades elétricas, desmoronamentos
Crises regulatórias - regulamentação adversa de leis, na esfera do Congresso Nacional ou do Executivo nacional, criação de obstáculos fiscais/monetários por parte do governo ou do Congresso, regulamentação adversa por iniciativa de sindicatos ou concorrentes , movimentos de ONGs e entidades de defesa do consumidor
Crises de infraestrutura - colapso na rede de computadores, colapso na rede de provedores, telefones,
falhas provocada por funcionários, defeitos em produtos industriais, quebra no sistema de segurança, quebra no sistema de qualidade, falhas em equipamentos ou construções
Crises de reputação - boatos, exposição negativa do nome ou do logotipo de empresa, denúncias de corrupção, informação privilegiada, escândalos, vazamento de documentos internos
Crises de relações humanas - sucessão no comando da organização, demissão de altos funcionários, violência por parte de/contra funcionários, denúncias de funcionários, crises familiares envolvendo o comando da organização
Crises envolvendo risco para a vida - doenças, grandes contaminações, acidentes de trabalho, mortes durante o trabalho
Planejamento e gestão de crise 2
No processo de antecipação de uma crise, recomenda-se seguir um roteiro para a elaboração de um planejamento. Novamente reforço: o material abaixo é uma sugestão, que pode variar de acordo com o perfil da organização e do setor em que atua.
1) Radiografia de imagem
É a visão de dentro para fora, como você enxerga a organização
2) Auditoria de imagem
Visão de para fora dentro, como os outros estão enxergando a organização
3) Identificação de potenciais crises
Processo de apuração para identificação de potenciais cenários de crise
4 ) Definição dos tipos de crise
Estruturação do mapeamento
5 ) Definição dos integrantes do comitê de crise
Escolha dos integrantes deve considerar várias níveis da estrutura organizacional
6 ) Definição de porta-vozes para caso de crise
7) Definição dos diferentes públicos
Quem deverá ser informado em caso de crise, além da imprensa, e por quais razões
8 ) Prepração de Q&A e key messages
9) Estruturação de um manual de crise
10) Treinamento dos porta-vozes
1) Radiografia de imagem
É a visão de dentro para fora, como você enxerga a organização
2) Auditoria de imagem
Visão de para fora dentro, como os outros estão enxergando a organização
3) Identificação de potenciais crises
Processo de apuração para identificação de potenciais cenários de crise
4 ) Definição dos tipos de crise
Estruturação do mapeamento
5 ) Definição dos integrantes do comitê de crise
Escolha dos integrantes deve considerar várias níveis da estrutura organizacional
6 ) Definição de porta-vozes para caso de crise
7) Definição dos diferentes públicos
Quem deverá ser informado em caso de crise, além da imprensa, e por quais razões
8 ) Prepração de Q&A e key messages
9) Estruturação de um manual de crise
10) Treinamento dos porta-vozes
Planejamento e gestão de crise 1
Com alguns anos dedicados ao planejamento e gestão de crises de empresas e poder público, decidi compartilhar a experiência acumulada, incluindo a prática e a literatura deesenvolvida por colegas especialistas. Neste post, me dedico a um template de questionário para identificação de focos de crise. Mas vale reforçar: a vida inteligente não cabe em um slide de PPT ou em qualquer outro formato. Portanto, o modelo abaixo deve servir apenas como inspiração.
Quais são as suas áreas primárias de responsabilidade?
O que acha que sua área faz particularmente bem?
Que coisas ela poderia fazer melhor?
Quando ocorre um sinal de problema na sua área, ele é imediatamente enfrentado ou demora um pouco até que isso aconteça?
O que é uma crise para você?
No que ela se difere de eventos rotineiros?
Aconteceu alguma coisa em sua área de atuação que poderia ser definida como um problema mais grave ou uma crise?
Se uma crise fosse acontecer na área em que você atua, o que ela envolveria?
Que tipo de sinal de alerta você acha que precederia uma crise grave?
Já detectou algum sinal de alerta desse tipo no passado? O que aconteceu?
Alguns desses sinais de alerta do passado continuam a ser encarados de uma forma que você considera inadequada?
De que modo a área em que você atua conseguiria conduzir uma crise?
Que outro tipo de crise você acha que poderia acontecer fora de sua área específica de atuação, considerando a empresa como um todo?
Qual dessas crises você acredita que a empresa está preparada para enfrentar. Por quê?
Haveria algum outro tipo de crise que, se acontecesse, não o surpreenderia?
Que crises a sua empresa não estaria preparada para enfrentar. Por quê?
De que forma a sua empresa conseguiria conduzir uma crise?
Se pudesse mudar algo na empresa, quais medidas tomaria?
Quais são as suas áreas primárias de responsabilidade?
O que acha que sua área faz particularmente bem?
Que coisas ela poderia fazer melhor?
Quando ocorre um sinal de problema na sua área, ele é imediatamente enfrentado ou demora um pouco até que isso aconteça?
O que é uma crise para você?
No que ela se difere de eventos rotineiros?
Aconteceu alguma coisa em sua área de atuação que poderia ser definida como um problema mais grave ou uma crise?
Se uma crise fosse acontecer na área em que você atua, o que ela envolveria?
Que tipo de sinal de alerta você acha que precederia uma crise grave?
Já detectou algum sinal de alerta desse tipo no passado? O que aconteceu?
Alguns desses sinais de alerta do passado continuam a ser encarados de uma forma que você considera inadequada?
De que modo a área em que você atua conseguiria conduzir uma crise?
Que outro tipo de crise você acha que poderia acontecer fora de sua área específica de atuação, considerando a empresa como um todo?
Qual dessas crises você acredita que a empresa está preparada para enfrentar. Por quê?
Haveria algum outro tipo de crise que, se acontecesse, não o surpreenderia?
Que crises a sua empresa não estaria preparada para enfrentar. Por quê?
De que forma a sua empresa conseguiria conduzir uma crise?
Se pudesse mudar algo na empresa, quais medidas tomaria?
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Começa uma transformação no ensino
A Anhanguera Educacional anuncia hoje a integração de Google Apps for Business em sua base tecnológica. Com a aquisição, a instituição passa a ser a primeira de seu setor no Brasil a adotar a versão “for business”, além de ser o maior grupo educacional a utilizar a ferramenta na América Latina. A aquisição representa um passo importante para levar a educação brasileira para patamares internacionais de inovação, com o propósito de transformar o ensino, interferindo diretamente nas relações entre professores e alunos e nas formas de aprendizado.
A aquisição da plataforma Google Apps faz parte de uma série de investimentos em tecnologia que Anhanguera Educacional vem realizando para continuar a oferecer aos alunos educação com qualidade e conveniência, seguindo as normas do Ministério da Educação. A estratégia de negócios e pedagógica contempla o uso de canais de satélite, que hoje somam 27, e internet. “Já somos uma companhia de mídia dentro do setor de educação”, afirma Alexandre Dias, CEO da Anhanguera. Todos os mais de 310 mil alunos do grupo e egressos terão acesso irrestrito ao Google Apps for Business, além de professores e funcionários técnico-administrativos.
A implantação da plataforma de Google oferecerá diversos benefícios. A solução estimulará o autoaprendizado, a colaboração e a troca de experiências e conhecimento, sem os custos e a complexidade de manutenção e atualização de hardware e software. “O investimento em tecnologia é fundamental para as instituições de ensino continuarem a crescer com qualidade e eficiência”, comenta Antonio Schuch, diretor de enterprise do Google para a América Latina. Segundo o executivo, mais de dez milhões de estudantes ao redor do mundo usam Google Apps em instituições como Brown University, Northwestern University, University of Southern Califórnia, Arizona State University, University of Notre Dame, entre outras.
Na prática, a solução de Google permitirá a alunos e professores, por exemplo, terem uma conta de e-mail e criar sites, onde poderão hospedar e compartilhar conteúdos, como trabalhos, provas, textos complementares, reportagens da imprensa, vídeos e audiocasts. Além disso, terão a oportunidade de acessar ferramentas de comunicação instantânea, criar grupos e comunidades de interesses, bem como ministrarem ou assistirem aulas via Web e até por dispositivos móveis. Outro benefício direto é que todos os envolvidos poderão ter acesso ao calendário de eventos da instituição, datas de provas, divulgação de notas e boletos de mensalidade. “Um exemplo do uso da ferramenta no dia a dia é a possibilidade de criação dos trabalhos em grupo na internet, por vários alunos, em tempo real, independente de estarem fisicamente reunidos no mesmo local”, conta Schuch. Google Apps oferece capacidade de armazenamento 50 vezes maior que a média, o que representa 25 GB para cada conta de e-mail. Além disso, a solução poderá ser utilizada em qualquer lugar, com diversos dispositivos – de smartphone a notebook -, já que os dados estarão hospedados em nuvem.
“Com Google, queremos introduzir novos conceitos no processo educacional e romper com alguns paradigmas. Um dos mais relevantes é mudar o papel do professor, que deixa de ser agente, para se transformar em estimulador e orientador, e do aluno, que sai de uma função receptiva para assumir uma posição de agente. Pretendemos estimular o autoaprendizado, por meio da interatividade, a colaboração e a mobilidade, além de tornar as relações entre alunos e professores mais próximas e horizontais”, destaca Ana Maria Costa, vice-presidente Acadêmica.
Ao investir em uma plataforma digital inovadora, atualizada e flexível, a Anhanguera Educacional também permite ao estudante o contato com tecnologias utilizadas em grandes corporações no mundo, tornando-o mais preparado para desafios profissionais. “Queremos oferecer aos jovens trabalhadores que estudam na instituição a possibilidade de ter acesso às soluções tecnológicas mais avançadas do mercado, que contribuam para o seu aprimoramento acadêmico e profissional”, explica Antonio Carbonari Netto, fundador e presidente do Conselho de Administração da Anhanguera.
A aquisição da plataforma Google Apps faz parte de uma série de investimentos em tecnologia que Anhanguera Educacional vem realizando para continuar a oferecer aos alunos educação com qualidade e conveniência, seguindo as normas do Ministério da Educação. A estratégia de negócios e pedagógica contempla o uso de canais de satélite, que hoje somam 27, e internet. “Já somos uma companhia de mídia dentro do setor de educação”, afirma Alexandre Dias, CEO da Anhanguera. Todos os mais de 310 mil alunos do grupo e egressos terão acesso irrestrito ao Google Apps for Business, além de professores e funcionários técnico-administrativos.
A implantação da plataforma de Google oferecerá diversos benefícios. A solução estimulará o autoaprendizado, a colaboração e a troca de experiências e conhecimento, sem os custos e a complexidade de manutenção e atualização de hardware e software. “O investimento em tecnologia é fundamental para as instituições de ensino continuarem a crescer com qualidade e eficiência”, comenta Antonio Schuch, diretor de enterprise do Google para a América Latina. Segundo o executivo, mais de dez milhões de estudantes ao redor do mundo usam Google Apps em instituições como Brown University, Northwestern University, University of Southern Califórnia, Arizona State University, University of Notre Dame, entre outras.
Na prática, a solução de Google permitirá a alunos e professores, por exemplo, terem uma conta de e-mail e criar sites, onde poderão hospedar e compartilhar conteúdos, como trabalhos, provas, textos complementares, reportagens da imprensa, vídeos e audiocasts. Além disso, terão a oportunidade de acessar ferramentas de comunicação instantânea, criar grupos e comunidades de interesses, bem como ministrarem ou assistirem aulas via Web e até por dispositivos móveis. Outro benefício direto é que todos os envolvidos poderão ter acesso ao calendário de eventos da instituição, datas de provas, divulgação de notas e boletos de mensalidade. “Um exemplo do uso da ferramenta no dia a dia é a possibilidade de criação dos trabalhos em grupo na internet, por vários alunos, em tempo real, independente de estarem fisicamente reunidos no mesmo local”, conta Schuch. Google Apps oferece capacidade de armazenamento 50 vezes maior que a média, o que representa 25 GB para cada conta de e-mail. Além disso, a solução poderá ser utilizada em qualquer lugar, com diversos dispositivos – de smartphone a notebook -, já que os dados estarão hospedados em nuvem.
“Com Google, queremos introduzir novos conceitos no processo educacional e romper com alguns paradigmas. Um dos mais relevantes é mudar o papel do professor, que deixa de ser agente, para se transformar em estimulador e orientador, e do aluno, que sai de uma função receptiva para assumir uma posição de agente. Pretendemos estimular o autoaprendizado, por meio da interatividade, a colaboração e a mobilidade, além de tornar as relações entre alunos e professores mais próximas e horizontais”, destaca Ana Maria Costa, vice-presidente Acadêmica.
Ao investir em uma plataforma digital inovadora, atualizada e flexível, a Anhanguera Educacional também permite ao estudante o contato com tecnologias utilizadas em grandes corporações no mundo, tornando-o mais preparado para desafios profissionais. “Queremos oferecer aos jovens trabalhadores que estudam na instituição a possibilidade de ter acesso às soluções tecnológicas mais avançadas do mercado, que contribuam para o seu aprimoramento acadêmico e profissional”, explica Antonio Carbonari Netto, fundador e presidente do Conselho de Administração da Anhanguera.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Pesquisa revela quem é o brasileiro a partir de seus valores
Pesquisa Marcondes Valores Brasil – 2010, inédita no País e realizada em outros 13 países, revela quais são os valores dos brasileiros, quais eles percebem no país hoje e quais são importantes para eles no futuro. O estudo permite traçar um paralelo dos valores percebidos na sociedade e os praticados nas empresas. “Organizações e pessoas buscam talentos e ambientes de trabalho em sintonia com seus valores”, diz Caio Brisolla, diretor executivo da Marcondes Consultoria.
O estudo foi desenvolvido com base numa metodologia consagrada mundialmente, o Modelo dos Sete Níveis de Consciência, de autoria de Richard Barrett, consultor e pesquisador britânico. Dentro deste Modelo, Barrett distribui os valores em sete categorias (níveis de consciência), voltadas para o interesse próprio, à transformação e ao bem comum.
Principais resultados
Em relação aos valores pessoais, os mais ressaltados se relacionam com a imagem do brasileiro como indivíduo “gregário”, amigável, honesto, alegre e humilde, que tem consideração pelos outros e procura contato próximo com as pessoas. Além disso, gosta de compartilhar alegria em suas interações, possui uma natureza modesta e esperança no que o futuro lhe reserva. Também valoriza princípios elevados como honestidade e justiça.
De modo geral, se mostrou bem crítico em relação aos valores presentes na sociedade, dando ênfase aos problemas que o afligem no dia-a-dia, tais como corrupção, violência, pobreza e desemprego.
Sobre o futuro, ele visualiza um País capaz de resolver suas principais questões estruturais ou de satisfação das necessidades básicas, relacionadas à redução da pobreza, criação de empregos, garantia de moradia e cuidados com a saúde. Ele também projeta condições para o desenvolvimento de uma cultura sustentável e o exercício de um papel mais amplo num mundo em que haja mais paz e justiça.
Mas a pesquisa mostra que há um traço muito forte de baixa estima, que aliada a pouca incidência de valores voltados para a ação e protagonismo, indica que o brasileiro apresenta um perfil de valores que dificulta a construção de uma solução coletiva para as questões mais importantes. “Fica muito claro ao olharmos para os resultados que o brasileiro tem consciência dos problemas, mas não tem a iniciativa para resolvê-los. Ao contrário, prefere delegar esta tarefa para “o outro”, diz Brisolla.
Na opinião de Odino Marcondes, sócio-diretor da Marcondes Consultoria, a pesquisa demonstra que os valores sociais têm impacto direto nas empresas. “Quando as organizações melhoram sua forma de se relacionar com a sociedade, isso conduz a uma mudança cultural muito benéfica. Em sentido inverso, valores que chamamos de limitantes interferem negativamente. É o caso da corrupção, que na pesquisa mostra ser um dos principais entraves do País. analisa Marcondes.
Um recorte da Geração Y
A Pesquisa Marcondes Valores Brasil – 2010 também traz diferentes retratos dos valores dos brasileiros estratificados por renda, sexo e nível de escolaridade. Um deles é a Geração Y. De acordo com o trabalho, este grupo de pessoas busca valores relacionados ao bem comum e à transformação, deseja significado em suas vidas e valorização de princípios elevados, tais como ética, humildade, honestidade, justiça. Por outro lado, valorizam a saúde e os relacionamentos; respeitam e querem ser respeitados pela competência; valorizam a independência, a iniciativa e a coragem. E mais: estão dispostos a correr riscos, porém, com responsabilidade e conhecimento.
Os brasileiros da Geração Y valorizam a honestidade, a confiança e a justiça nas relações. Entendem e apreciam a importância da generosidade e estão dispostos a ajudar. O trabalho ressalta que esses brasileiros possuem valores de uma cultura de alto desempenho, são abertos e valorizam relacionamentos verdadeiros, querem aprender, evoluir, buscam significado e pensam na comunidade.
O estudo foi desenvolvido com base numa metodologia consagrada mundialmente, o Modelo dos Sete Níveis de Consciência, de autoria de Richard Barrett, consultor e pesquisador britânico. Dentro deste Modelo, Barrett distribui os valores em sete categorias (níveis de consciência), voltadas para o interesse próprio, à transformação e ao bem comum.
Principais resultados
Em relação aos valores pessoais, os mais ressaltados se relacionam com a imagem do brasileiro como indivíduo “gregário”, amigável, honesto, alegre e humilde, que tem consideração pelos outros e procura contato próximo com as pessoas. Além disso, gosta de compartilhar alegria em suas interações, possui uma natureza modesta e esperança no que o futuro lhe reserva. Também valoriza princípios elevados como honestidade e justiça.
De modo geral, se mostrou bem crítico em relação aos valores presentes na sociedade, dando ênfase aos problemas que o afligem no dia-a-dia, tais como corrupção, violência, pobreza e desemprego.
Sobre o futuro, ele visualiza um País capaz de resolver suas principais questões estruturais ou de satisfação das necessidades básicas, relacionadas à redução da pobreza, criação de empregos, garantia de moradia e cuidados com a saúde. Ele também projeta condições para o desenvolvimento de uma cultura sustentável e o exercício de um papel mais amplo num mundo em que haja mais paz e justiça.
Mas a pesquisa mostra que há um traço muito forte de baixa estima, que aliada a pouca incidência de valores voltados para a ação e protagonismo, indica que o brasileiro apresenta um perfil de valores que dificulta a construção de uma solução coletiva para as questões mais importantes. “Fica muito claro ao olharmos para os resultados que o brasileiro tem consciência dos problemas, mas não tem a iniciativa para resolvê-los. Ao contrário, prefere delegar esta tarefa para “o outro”, diz Brisolla.
Na opinião de Odino Marcondes, sócio-diretor da Marcondes Consultoria, a pesquisa demonstra que os valores sociais têm impacto direto nas empresas. “Quando as organizações melhoram sua forma de se relacionar com a sociedade, isso conduz a uma mudança cultural muito benéfica. Em sentido inverso, valores que chamamos de limitantes interferem negativamente. É o caso da corrupção, que na pesquisa mostra ser um dos principais entraves do País. analisa Marcondes.
Um recorte da Geração Y
A Pesquisa Marcondes Valores Brasil – 2010 também traz diferentes retratos dos valores dos brasileiros estratificados por renda, sexo e nível de escolaridade. Um deles é a Geração Y. De acordo com o trabalho, este grupo de pessoas busca valores relacionados ao bem comum e à transformação, deseja significado em suas vidas e valorização de princípios elevados, tais como ética, humildade, honestidade, justiça. Por outro lado, valorizam a saúde e os relacionamentos; respeitam e querem ser respeitados pela competência; valorizam a independência, a iniciativa e a coragem. E mais: estão dispostos a correr riscos, porém, com responsabilidade e conhecimento.
Os brasileiros da Geração Y valorizam a honestidade, a confiança e a justiça nas relações. Entendem e apreciam a importância da generosidade e estão dispostos a ajudar. O trabalho ressalta que esses brasileiros possuem valores de uma cultura de alto desempenho, são abertos e valorizam relacionamentos verdadeiros, querem aprender, evoluir, buscam significado e pensam na comunidade.
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Marcondes;Barrett;Valores;Geração Y
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